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Raul, Pedro Paulo, William, Procópio e Neco; Piazza, Dirceu Lopes e Tostão; Natal, Evaldo e Hilton Oliveira.
Cruzeiro, campeão brasileiro de 1966.
Para sempre, Academia Celeste!
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antes da decisãoA academia celeste
Após 22 partidas pelo Campeonato Mineiro de 1965 e 6 pela Taça Brasil 1966 ... leia mais |
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antes da decisão
Que Santos era aquele?
Vencedor de 11 dos 15 campeonatos paulistas disputados entre 56 ... leia mais |
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primeiro jogo
Cinco gols
A história do 1º tempo tem de ser contada pelos fantásticos – pela quantidade e qualidade – cinco gols marcados ... leia mais |
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primeiro jogo
Pá da cal
O Cruzeiro voltou relaxado pensando em barganhar o jogo: tocaria a bola e o adversário se contentaria ... leia mais
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segundo jogo
Sob pressão
O Cruzeiro voltou relaxado pensando em barganhar o jogo: tocaria a bola e o adversário se contentaria ... leia mais
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segundo jogo
A demolição do pentacampeão brasileiro
O Piazza voltou disposto a parar Pelé ... leia mais
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Procópio Cardoso Neto: “Ao ao lado do Santos, de Pelé, da Academia palmeirense, dos Anos 60, do Botafogo, de Garrincha, e da Hungria, de Puskas, o Cruzeiro dos Anos 60, foi um dos cinco maiores times que vi jogar.”
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Armando Nogueira: “O campo enlameado do Pacaembu consagrou, ontem à noite, o grande campeão do Brasil, o Cruzeiro de Tostão, Dirceu Lopes, Natal, e Raul, isto para citar apenas quatro jogadores de uma das melhores equipes que o futebol brasileiro já viu nascer e crescer.”
(Jornal do Brasil, 08 dez 66) |
Nelson Rodrigues : “Depois da vergonha e da frustração da Copa do Mundo, nenhum acontecimento teve a importância e a transcendência da vitória de anteontem. Por outro lado, não foi só a beleza da partida, ou seu dramatismo incomparável. É preciso destacar o nobre feito épico que torna inesquecível o feito do Cruzeiro. Não tenhamos medo de fazer a sóbria justiça: aí está, repito, o maior time do mundo.”
(Jornal dos Sports, 09 dez 66) |
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